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Funcionalidades

Aula gratuita de amostra: deixe o curso ser testado antes de vendê-lo

Como marcar uma aula como prévia na LearnSuite, o que o visitante vê sem comprar, que proteção o vídeo mantém e quando convém liberar pouco ou muito conteúdo.

Por Equipe LearnSuite · · 5 min de leitura

Ninguém compra um curso pago às cegas se puder evitar. A pessoa quer ouvir você falar, ver como você explica e conferir se o ritmo e o nível servem para ela. Uma aula gratuita responde a tudo isso melhor do que qualquer página de vendas, e na LearnSuite ela se ativa com um interruptor por aula.

Este artigo descreve exatamente o que ela faz, o que vê quem não comprou, quais limites tem e como decidir quanto liberar. Se a sua preocupação é o planejamento, o artigo sobre o funil da aula gratuita complementa este.

O que ela faz

Dentro de cada curso, o instrutor pode marcar qualquer aula como prévia. Não precisa ser a primeira nem curta. Na página pública do curso, essa aula aparece com um selo que a diferencia das demais, e um visitante pode abri-la sem comprar e sem pagar nada.

Há ainda duas variantes próximas que vale conhecer:

  • Aula aberta somente com conta: o visitante precisa se cadastrar (com e-mail verificado) para assistir, mas não paga. Útil se você quer o contato dele em troca.
  • Aula marcada como "ainda não disponível": uma marca para o conteúdo que você ainda está preparando.

E um caso à parte: um curso inteiro pode ser configurado com preço gratuito. Aí todo o conteúdo é aberto e a tentativa de comprá-lo é recusada por desnecessária. É a opção para um curso de captação ou um conteúdo que você quer dar por inteiro.

Para quem é

Funciona melhor quando:

  • Você vende por confiança em uma pessoa (seu método, seu jeito de ensinar) e o visitante precisa conhecer você.
  • Seu curso tem preço médio ou alto e a dúvida é "isso é para mim?".
  • Você recebe tráfego frio (anúncios, redes sociais) e precisa dar um motivo para ficar.
  • Você ensina algo que se aprecia vendo: uma técnica, um gesto, um exercício.

Passo a passo

  1. Crie o curso e envie as aulas.
  2. Escolha a aula que melhor representa você. Quase nunca é a introdução genérica; costuma ser a primeira em que o aluno consegue algo concreto.
  3. Marque-a como prévia no painel do curso.
  4. Publique e abra a página pública em uma janela sem sessão para ver o que um visitante vê.
  5. Confira se a aula reproduz e se o botão de compra fica visível ao terminar.

O passo 4 é o mais esquecido. Olhe sempre como visitante, não como administrador.

O que o visitante recebe

Ao abrir a aula de amostra, o vídeo é entregue por um endereço temporário assinado, como o restante: não é um link público permanente para o arquivo. Isso impede que alguém copie o endereço e o distribua.

Mas há uma diferença que você precisa conhecer.

A aula aberta não tem marca d'água nem limite de dispositivos

Nas aulas pagas, a plataforma pode sobrepor uma marca d'água com o nome e o e-mail do aluno e limitar os dispositivos de onde ele assiste. Na aula gratuita essas duas camadas não se aplicam. É coerente (não há compra à qual atar a marca) e mesmo assim você deve ter isso em mente: tudo o que você marcar como prévia pode ser visto por qualquer pessoa sem se identificar. Explicamos isso em como funciona o vídeo protegido.

Consequência prática: escolha para a amostra algo que você aceite ver circulando. Não ponha como amostra o módulo mais valioso do curso, nem material que dependa de exclusividade para ter valor.

Quanto liberar

Não existe número mágico, mas existem critérios:

  • Uma aula de 5 a 10 minutos costuma bastar para alguém decidir se gosta do seu jeito de ensinar.
  • Entregue um resultado, não uma promessa. Melhor uma aula em que o visitante faz algo e obtém um pequeno resultado do que uma introdução de boas-vindas.
  • Não libere o final. Se o curso ensina a resolver um problema passo a passo, libere os primeiros passos, não a solução completa.
  • Se o preço é alto, libere mais. Quanto maior o risco percebido, mais prova o comprador precisa. Para decidir o preço, veja como precificar um curso online.

Que problema resolve

Dois, na verdade. O primeiro é a conversão: um visitante que viu como você explica compra com menos dúvidas. O segundo é menos óbvio e afeta o que acontece depois da compra. Quem testou o estilo, o ritmo e o nível antes de pagar chega mais bem ajustado e se arrepende menos. Isso reduz reembolsos e desistências precoces, e se liga ao que explicamos em por que os alunos desistem antes de terminar.

Se além disso você está começando e quer saber como montar tudo sem ajuda técnica, lance sua academia sem equipe técnica percorre o caminho completo.

Limites honestos

  • Não é um funil automático. Marcar uma aula como gratuita não envia e-mails nem lembretes aos visitantes. Os e-mails automáticos de acompanhamento não estão disponíveis para clientes hoje, então acompanhar quem testou a aula e não comprou é algo que você faz por conta própria (uma mensagem manual a quem se cadastrou, por exemplo).
  • Sem proteção contra cópia na amostra. Já dissemos, mas vale repetir: quem assiste à aula aberta não está identificado.
  • Não mede sozinha quanto converte. Conta vendas e cadastros, mas a interpretação (qual aula funciona melhor como amostra) é trabalho seu, testando uma e depois outra.
  • Não serve para tudo. Se o seu conteúdo é pura informação consumida de uma vez (um dado, um modelo), liberar uma parte pode liberar o valor. Nesse caso é melhor oferecer um índice detalhado ou um trecho.

Em que plano está

A aula de prévia e os cursos gratuitos estão disponíveis em todos os planos, inclusive no teste de 14 dias. Para ver o que cada plano inclui, consulte a página de preços.

Resumo

A aula gratuita é a ferramenta mais barata que você tem para vender melhor: um interruptor, uma escolha cuidadosa do que liberar e uma conferência como visitante. Escolha uma aula em que o visitante consiga algo, não a mais valiosa, e faça o acompanhamento à mão enquanto não houver e-mails automáticos.

Fontes

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